Pilares do cuidado
Psicoterapia
TCC, ACT, DBT e outras abordagens estruturadas com objetivos clínicos claros.
Psicofármacos quando indicados
Indicação técnica, ajuste de dose, monitoramento de efeitos e revisão periódica.
Estilo de vida terapêutico
Rotina de sono, atividade física e manejo de estresse como parte do plano principal.
Prevenção de recaídas
Plano de crise, sinais precoces e estratégia de manutenção no médio/longo prazo.
Adesão e acompanhamento
O primeiro plano raramente é definitivo. Ajustes terapêuticos são esperados e fazem parte de uma prática clínica responsável.
Como monitorar evolução de forma objetiva
Indicadores de sintomas
Escalas padronizadas e autorregistros ajudam a acompanhar melhora ao longo das semanas.
Indicadores funcionais
Qualidade de sono, rotina, produtividade e relações são desfechos clínicos-chave.
Revisão de metas
Metas terapêuticas devem ser revisadas periodicamente para manter direção e aderência.
Como personalizar o plano terapêutico
Perfil do quadro
Gravidade, comorbidades e padrão de prejuízo funcional definem intensidade do cuidado.
Preferências e contexto
Rotina, acesso, valores e barreiras práticas influenciam aderência e devem entrar no plano.
Revisão periódica
Quando resposta é parcial, hipótese e estratégia devem ser ajustadas com base em dados clínicos.